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Escleroterapia - Secagem de vasinho com glicose

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Sabe aqueles vasinhos que incomodam na perna e são popularmente conhecidos como varizes? Então, eles são a dor de cabeça de muitas pessoas, mas você sabia que eles são tratados através da Escleroterapia?

Falando de forma breve, ela é feita com o intuito de tratar varizes nas pernas, através de uma aplicação injetável de uma solução hipertônica de glicose a 50% ou a 75%.

Sendo aplicado diretamente nas varizes, ela faz com que cada uma desapareça, e mesmo sendo um procedimento considerado incomodo por alguns pacientes devido às agulhas, ela é muito eficaz e deve ser feita com cirurgião vascular em um ambiente próprio.

Podendo variar de valor, as aplicações vão de acordo com as necessidades de cada paciente, sendo necessária de 3 a 5 sessões em média para que o resultado seja realmente satisfatório.

Ficou curioso e quer saber mais sobre o assunto? Então não deixe de acompanhar o texto até o final, pois, no artigo de hoje, veremos um pouco mais sobre a Escleroterapia, e um pouco mais de detalhes sobre o tratamento com a glicose em si, vamos lá?

Reunindo informações

Antes de começarmos a falar sobre a Escleroterapia em si, precisamos aprender brevemente sobre duas coisas:

  • Como surgem os vasinhos
  • Como funciona a glicose

Como surgem os vasinhos

É possível notar logo no inicio, quando os vasinhos começam a aparecer, as manchas avermelhadas e muitas vezes em tons roxos na perna, com nome cientifico telangiectasias, são os causadores dos vasinhos, as famosas varizes.

Em outras palavras, são pequenos vasos dilatados, devido ao enfraquecimento de suas paredes, e com isso se tornam visíveis. Podendo ser de forma isolada, que seriam pequenas linhas espalhadas pela perna, ou aglomerações, que resultam em pequenos roxos.

A principal diferença entre as varizes é o calibre, os vasinhos possuem de 1 a 2 mm de diâmetro, já as varizes são maiores, além da localização, pois os vasinhos estão nas camadas da pele, enquanto as varizes ficam no subcutâneo.

O surgimento desses vasinhos está muito atrelado ao uso de anticoncepcionais e por pessoas que trabalham onde é necessário ficar muito tempo em pé, ou sentada.

Além disso, o sedentarismo, obesidade e gestação também são alguns dos fatores para o surgimento de vasinhos e varizes, sendo também ligada a genética, podendo surgir tanto em homens, quanto em mulheres.

Como funciona a glicose

Antes de falar como funciona o tratamento em si, vamos falar um pouco sobre a glicose, que é uma substância natural, sendo assim absorvida pelo organismo mais fácil.

Usada para tratar pequenos vasos e varizes, a glicose é injetada diretamente, causando irritação e inflamação no local, o que resulta em cicatrizes que o corpo naturalmente fecha.

Dessa maneira, ela faz com que as complicações ou alergias decorrentes do procedimento sejam muito baixas, por consequência disso é muito procurada para essa técnica.

Por mais que as complicações não estejam associadas ao procedimento em si, a escleroterapia com glicose não é indicada em caso de pacientes diabéticos, uma vez que a glicose é injetada diretamente na corrente sanguínea.

Isso pode acabar alterando os níveis glicêmicos, e nesse caso é recomendado o procedimento a laser ou espuma.

Escleroterapia – Tratamento

Como vimos anteriormente, a escleroterapia é um tratamento feito para eliminar ou diminuir vasinhos ou varizes na pele que, pode ser realizado por um médico angiologista.

Esse tratamento é conhecido popularmente como “aplicação para varizes” e existem três tipos diferentes, sendo eles:

  • Escleroterapia com glicose
  • Escleroterapia laser
  • Escleroterapia com espuma

Escleroterapia com glicose

Essa técnica é o foco do nosso artigo de hoje, a Escleroterapia com glicose é feita através da aplicação de uma injeção nos vasinhos, fazendo com que eles se fechem e não ocorra mais a passagem sanguínea.

Como falamos anteriormente, pela glicose ser uma substância esclerosante muito tolerada pelo organismo, ela é a técnica mais utilizada e considerada a mais eficaz.

O procedimento pode ser realizado com um anestésico chamado lidocaína, tornando a sessão mais confortável, além disso, se realizada com um profissional habilidoso, a sessão pode durar de 30 a 60 minutos.

Na Escleroterapia com glicose é recomendado um intervalo de 15 dias entre as sessões, e se usado a taxa mais alta de aplicação, a quantidade de sessões pode variar de 1 a 3, mas esse número pode variar de paciente para paciente.

Escleroterapia laser

Essa técnica é usada para eliminar os vasinhos do tronco, rosto e pernas, onde o médico usa um pequeno laser para fazer com que à temperatura dos vasos subam, causando assim sua destruição.

Pode ser realizado por laser ou luz intensa pulsada e por isso é um procedimento mais caro, porém recomendado para quem tem diabetes.

Escleroterapia com espuma

Assim como a Escleroterapia laser, a com espuma também é indicada para pacientes com diabetes.

Esse tipo de técnica com espuma é mais usado em vasinhos e varizes mais grossas, onde o médico injeta uma quantidade pequena de espuma de dióxido de carbono que irrita os vasos, causando cicatrizes que logo depois disfarçam na pele.

Efeitos colaterais

Logo após a aplicação, é possível que alguns efeitos colaterais surjam, mas que desaparecem em alguns dias, e eles são:

  • Hematomas no lugar do procedimento;
  • Manchas escuras na região;
  • Inchaço;
  • Bolhas no local;

Caso um desses sintomas persista, mesmo ao final do tratamento, é aconselhável retornar ao médico.

Cuidados após o procedimento

Por mais que a técnica seja muito eficiente, alguns cuidados devem ser tomados, pois assim evita o aparecimento de novas manchas ou varizes na região.

Por isso, é recomendado o uso de meias elásticas de alta compressão, evitar exposição solar na região e saltos diariamente, pois isso pode prejudicar a circulação.

Evitar permanecer em pé ou sentada por longos períodos e não depilar nas primeiras 24h após a aplicação também é importante.

Além disso, é recomendado manter hábitos saudáveis, como uma boa alimentação e após o período de descanso, praticar exercícios físicos recomendados por um médico.

Dúvidas mais frequentes sobre o tratamento

Nesse tópico, vamos responder as perguntas mais frequentes sobre o tratamento, quem sabe não é a mesma dúvida que a sua, não é mesmo? Então vamos lá.

1. A aplicação dói?

No momento da aplicação pode ocorrer um pouco de dor, ardência ou desconforto, mas é suportável e quando o líquido é inserido pode ocorrer uma sensação de queimação na área.

Para ajudar na hora da aplicação, também é possível utilizar pomada anestésica na região da pele.

2. Os vasinhos voltam após o tratamento?

Após a Escleroterapia os vasinhos raramente voltam a surgir, porém, como o tratamento não vai direto na causa de seu surgimento, o estilo de vida e peso farão diferença, podendo cooperar para o surgimento ou não de novos vasinhos.

3. Qual a concentração de escleroterapia com glicose mais usada?

A Escleroterapia com glicose mais usada é a de 75% pois sua eficiência é alta e com risco de manchas baixíssimo, por ser um componente que é presente no nosso organismo, sendo assim, o risco de reação alérgica é baixo.

Existem também outras concentrações, que também são utilizadas, como a 50% e a 67,5%, além do polidocanol que, também possuem diversas concentrações, podendo ser associada com a glicose.

Cada esclerosante possui riscos e benefícios para cada paciente e é indicado individualmente para cada um, dessa forma a melhor técnica será aplicada.

4. Qual profissional pode realizar a aplicação?

Apenas profissionais de estética e saúde especializados podem realizar esse tratamento, como um angiologista, por exemplo.

5. O tratamento possui alguma contraindicação?

Assim como todo procedimento estético, a Escleroterapia possui algumas contraindicações.

Não é indicado para: gestantes, lactantes, pacientes com neoplasias ou em tratamento da mesma, pessoas com infecções nos locais e pacientes com problemas circulatórios.

E no caso da Escleroterapia com glicose, não é indicado para diabéticos.

Para que o resultado saia como o esperado, é fundamental informar ao profissional seu histórico médico, como existência de doenças crônicas, problemas de saúde ou intervenções cirúrgicas recentes.

Além desses fatores, é importante informar o uso de remédio contínuo ou recente, existência de alergia ou hábitos que tragam riscos ao procedimento.

6. O tratamento oferece algum risco?

Se for realizado por um médico capacitado e numa clínica de qualidade, esse procedimento é considerado super seguro.

Agora, em casos raros, o tratamento pode causar trombose, embolia e trazer complicações, por isso, ATENÇÃO! A Escleroterapia não pode ser administrada em hipótese nenhuma por profissionais que não sejam médicos.

7. É necessário quantas sessões?

A quantidade exata de sessões pode variar bastante de acordo com cada caso, em casos mais simples, apenas uma sessão de Escleroterapia é o suficiente.

Quanto mais grossas forem as varizes e os vasinhos, maior será o numero de sessões.

Conclusão

No artigo de hoje, pudemos ver todos os tipos de Escleroterapia e principalmente sobre a Escleroterapia com glicose e seus benefícios.

Além da questão estética, realizar esse procedimento trás o benefício do alívio das dores nas pernas, já que as varizes e os vasinhos incomodam muito, causando inflamação e dor.

Mesmo a escleroterapia com glicose sendo a mais eficaz, é importante verificar com um angiologista ou dermatologista a técnica que mais se encaixa com a sua necessidade.

Pois, dessa forma, o profissional vai avaliar todos os aspectos da sua pele e dos seus vasinhos para escolher qual provocará o melhor resultado para o seu caso.

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